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  1. domingo, 29 de maio de 2011

    1. Quem implica com minhas roupas.
    Eu não me arrumo, nunca praticamente. Vivo meus dias de camisa e calça jeans e sandália havaiana. Olho roupas, nas lojas e na internet, acho lindas, mas não me vejo usando aquilo. A verdade é essa. Eu me esforço, as vezes, tento. Mas raramente funciona. Provavelmente por isso eu detesto ouvir crítica sobre a roupa que eu to usando. Mal sei ouvir elogio, avalie crítica?

    2. Parecer burra.
    Talvez eu até seja, mas odeio deixar isso explícito demais. Odeio quando falam de um assunto que eu não entendo e eu sou obrigada a dizer: "Er, não faço ideia do que é isso...". To aprendendo a lidar melhor com isso, mas me incomoda. Porque eu nunca deixo de perguntar. Raramente finjo que entendi uma coisa que eu não entendi. Eu sempre digo que não entendi. Sempre faço aquela cara de quem colocou um piano na frente de um gato e mandou ele tocar. E solto um som parecido com "aaaannh??", e minha cara se contorce toda, o que normalmente leva a pessoa a dar uma leve risada. E é nessa hora que eu me sinto imbecil.

    3. Minhas olheiras.
    Nem se eu hibernasse. Nem se eu cobrisse minha cara inteira de corretivo, base, pó, argila, uma máscara de carnaval, NADA, no universo, é capaz de cobrir minhas olheiras. Elas são tão imensas e escuras e descomunais que tomam conta de metade da minha cara e chamam mais atenção que qualquer coisa coisa. Mesmo que alguém arrancasse meus olhos e os deixasse pendurados pra fora, como no filme nojento que Gabi tava contando ontem, mesmo assim, as pessoas diriam: "Cara, tu dormiu mal? Porque tá com umas olheiras enormes... Ah, e acho que tem um cisco no teu olho...".

    4. Filmes de terror.
    Me chamem de medrosa (eu sou), mas eu odeio. Não entendo a lógica de se pagar (ou não, mas mesmo assim) pra ver uma coisa que vai te dar medo. Medo não é bom. Eu odeio ter medo. Odeio mais ainda tomar susto. Por que eu pagaria (ou iria voluntariamente e gratuitamente) pra isso? Não faz sentido pra mim.

    5. Perder meu sorine.
    E acontece com mais frequência do que eu aguento. Minha memória é um lixo, um lixo enorme. Eu nunca lembro onde botei as coisas. Quando é o celular, eu posso dar um toque, ouvir o barulho e encontrar. Mas não dá pra dar um toque pro meu sorine. E o que torna tudo pior: eu só resolvo procurar meu sorine quando to sufocando, com o nariz completamente inutilizado pra respiração, servindo unicamente pra me trazer desespero. Essa é uma das sensações mais terríveis de todas. Sinto vontade de gritar enquanto corro pela casa procurando. E eu sei o que vão dizer: é bem feito, essa coisinha vicia, blablabla. Vou dizer uma coisa pra vocês: TO NEM AÍ SE ESSE RAIO VICIA. Qualquer coisa é melhor que ficar sufocando e se debatendo com a porcaria que você tem o descaramento de chamar de nariz sem funcionar. O problema em questão é a minha memória, vamo manter o foco nisso, por favor?

    6. Acordar cedo.
    Sei, eu e o mundo. Me digam se não é uma sensação horrorosa, quando você tá desesperadamente cansada, e acorda de 6 e meia da manhã e seu quarto tá tão escuro (porque o céu tá caindo lá fora) que você acha que ainda são 3h da madrugada e seu despertador é que enlouqueceu? Eu juro que ultimamente to num nível de cansaço (ou preguiça, como prefiram) que to desbancando o Garfield, e só consigo me levantar pra ir pra aula porque fico repetindo pra mim mesma: "Quando eu chegar em casa de meio dia, vou dormir até a hora de voltar pra universidade e não vou nem comer de tanto dormir...". Acho válido ressaltar que eu NUNCA faço isso.

    7. Voz aguda.
    Poucas coisas no universo são mais irritantes que gente que não fala, guincha. Normalmente são meninas, normalmente tem seus 15, 16 anos, e fazem questão de falar absurdamente alto com suas vozes de rato, num tom tão fino, agudo e desesperador que é capaz de fazer a população de uma cidade querer correr e se jogar de um barranco num mar de pedras pontudas, só pra acabar com a agonia.

    8. Agulhas.
    E nem vou comentar, porque falar do assunto me dá agonia também.

    9. Quem completa meus desenhos.
    Quando eu to rabiscando no caderno de desenho, especificamente. Tenho vontade de arrancar o estômago de quem fica olhando por cima do meu ombro, TOMA o lápis da minha mão, e diz: "Faz assim, ó!". Pode até ter feito uma mudança válida. Pode ter ficado melhor. Pode ser que a pessoa seja uma desenhista maravilhosa, coisa que eu sei que eu não sou. Mas pra mim ela cagou o meu desenho de forma irreversível, e tudo o que eu sinto vontade de fazer é arrancar a página e enfiar na garganta e ficar observando ela agonizar.

    10. Quem assanha meu cabelo.
    Mil perdões às pessoas com cabelos lisos e escorregadios, que podem sacudi-los ao vento, fazer carão de modelo, e rugir dizendo: "Eu sou sexy, me desejem!". To cagando pra vocês. Meu cabelo não aguenta nem vento demais, imagina com alguém bagunçando ele? Aliás, qual o objetivo das pessoas maiores que eu (exemplo: todas) que acham super legal dar tapinhas na minha cabeça e BAGUNÇAR meu cabelo? O meu cabelo JÁ É uma bagunça. Ele não precisa da ajuda de nenhum de vocês para ter o formato de um arbusto. POR QUE vocês insistem em piorar a situação? Bom, se você é uma dessas pessoas que olha o meu cabelo assustador e sente uma vontade incontrolável de meter a mão nele e sacudir, eu tenho uma alternativa pra você dar vazão a essa sua pulsão incontrolável: TACA A MÃO NUM TRITURADOR DE COMIDA, põe o que sobrar no pão e COME! Mas deixa meu cabelo em paz.



    To num bom humor que faz medo, sintam-se avisados.
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  2. 4 comentários:

    1. Gabi disse...

      Fui citada. Sou famosa.

      ps: eu ainda vou continuar colocando o dedo no cachinho de quem tiver cabelo cacheado. 1bj

    2. Ei, adorável estressin,
      Você referiu seus desenhos.
      Eles deveriam fazer parte do blog.
      Tá, o blog é seu.
      Mas que seria legal vê-los seria.
      Abraço.

    3. Sara Raquel disse...

      a parte do sorine creio que é a mais importante =D

    4. Tuíla disse...

      hehe alguém me compreende, né, sarinha?