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  1. sexta-feira, 3 de setembro de 2010



    Eu não escrevo por obrigação.
    Já tenho coisas suficientes na minha vida pra fazer por obrigação. Escrever não é uma delas.
    Não me sinto bem me forçando a fazer isso. Dá pra notar, porque o blog, por exemplo, fica bons dias sem atualizações. Porque eu simplesmente não quero escrever.

    Ou não tenho tempo. O que acontece com frequência.

    Outras vezes porque o que eu quero escrever não se encaixa com a proposta do blog, que é contar uma ou outra história bizarra da minha vida, ou uma ou outra história que eu invento mesmo. Antes, quando o blog tinha cerca de nenhuma visita por dia, eu escrevia o que queria. Eu sabia que ninguém ia ler.
    Hoje não faço mais isso.
    Penso muitas vezes antes de postar algo. E as vezes posto e releio e penso: Meu Deus, que merda.

    Eu não deveria me importar. O blog não deixou de ser o meu lugar de soltar o verbo.

    Devido ao meu humor enlouquecidamente inconstante, não tenho a ousadia de dizer que acordei de mau humor. Na verdade, pra ser específica, hoje eu acordei ousada [ui], com uma idéia fixa na cabeça que morreu antes das 9h da manhã. Pra variar.
    Mas neste momento, falo com propriedade e segurança que estou reflexiva.
    É bem verdade que eu não sei muito bem sobre o que refletir; normalmente, minhas reflexões me deixam:

    1. Irritada
    2. Deprimida
    3. Com fome

    Como todos saíram, e eu tive que inventar uma janta, que foi bem precária devido aos meus dotes culinários, vale salientar, não estou em condições de provocar mais fome do que o mundo é capaz de saciar. Logo, não quero refletir.
    Quero descansar...

    O que você faz quando precisa esvaziar a cabeça?
    Não, você não pega um baseado, que isso faz mal, fede e queima neurônios.

    Você joga.
    De preferência, algo bem bobo, que é pra não ter que pensar demais.

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