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  1. segunda-feira, 3 de maio de 2010

    Não leia. Não vale a pena.

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    Minha impressora quebrou. Surtou. Sei lá que merda deu nela. Sei que a luzinha tá piscando. Eu aperto o botão, ela faz uma zoada e não desliga. Continua lá, piscando psicodelicamente, a mesma luz verde. Isso é chato, uma vez que me desconcentro muito fácil. Tô aqui no pc, bem de boa, quando minha visão periférica me trai, distraindo minha atenção para aquela porcaria piscante.

    Queria um travesseiro, um pano, um tijolo, uma pessoa, pra botar na frente da luz, pra ver se ela para de roubar minha vista o tempo inteiro. A única coisa que eu tinha nas redondezas era um papel riscado. Mas ele caiu quando eu tentei apoiar na mesa, de modo que eu tive mais raiva. Não foi muito produtivo, devo dizer.

    Uma prova amanhã. E um trabalho pra entregar que ainda não está pronto. Ah, a arte de deixar tudo para depois, mesmo quando o depois deveria ser ocupado por sono. Só tou lezada assim porque tou doente [de novo], JURO. Aliás, não sei que sacanagem é essa que meu sistema imunológico anda fazendo comigo ultimamente. Faz nem um mês que eu tive crise de sinusite assassina/mortal/suína. Qual é? Ninguém me dá mais nem meia horinha de intervalo?

    Pode parecer maravilhoso não poder ir a aula, mas não é tão bom quando você suspeita ter seu limite de faltas estourado, ainda mais quando você fica espirrando tanto que tem a sensação de que seus olhos vão escorregar das órbitas e sair quicando pelo chão como bolinhas de gude. Acredite, a sensação é tão desagradável quanto a descrição. JURO que não tou exagerando.

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    Mas sempre tem quem me anime *-----------------*



    OBG ETERNO, @alanakweck
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  2. 2 comentários:

    1. Rayza disse...

      "ainda mais quando você fica espirrando tanto que tem a sensação de que seus olhos vão escorregar das órbitas e sair quicando pelo chão como bolinhas de gude."


      juro como eu imaginei a cena em micro detalhes, em slow motion e em black e white.

      mas você ainda não superou o "arrancaria meus mamilos e os colocaria em cima de um bolo como se fossem cerejas".

      isso é, e sempre será, insuperável.

    2. Tuíla disse...

      Obrigada. Eu tinha quase esquecido desse trauma da minha vida.