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  1. domingo, 22 de novembro de 2009

    Porque as vezes a gente simplesmente precisa curtir a raiva/tristeza um pouquinho.

    Acho que depois que passa o momento-destruição da raiva propriamente dita, é até terapêutico você relaxar, e não precisar fingir que tá tudo bem. Eu odeio sair de casa quando tou de mau humor porque não gosto de descontar nos outros minhas raivas [coisa que faço o tempo inteiro] e acabo tendo que fingir que tá tudo bacana.
    E pode crer, cansa. Cansa mais do que chorar suas lágrimas com a cara no travesseiro. Cansa mais que esfaquear o travesseiro e depois ouvir bronca em casa e sair pra comprar outro. Pelo menos eu acho.

    Fingir que tá tudo bem envolve mudar/manter uma expressão facial desagradável pra você no momento [porém, agradável aos outros], organizar o tom de voz, se esforçar pra falar meigamente com todo mundo [e isso é bem difícil pra mim, porque eu não sou meiga] e mentir.
    E eu acho que sou uma péssima mentirosa. Especialmente pra coisas que estão tão assim: na cara.

    Ontem minha mãe disse que eu tinha que parar com a mania de, quando tenho uma raiva imensamente grande, largar o que tou fazendo e voltar pra casa.
    Não que eu largue tudo por quebrar uma unha [uma vez que rôo todas], mas quando acontece algo estrondosamente enlouquecedor, eu nem penso meia vez: venho pra casa. Não necessariamente pra chorar todos os meus fluidos, mas só pra ver um filme, comer um chocolate e não ter que mentir pra ninguém. O lance dos fluidos está simplesmente incluído no pacote.

    Então, meu conselho pra essa semana [ui, me senti]: Tá nervoso? Vai dormir.
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