Rss Feed
  1. domingo, 29 de novembro de 2009

    Minha irmã um dia desses me perguntou porque diziam que eu parecia a Vandinha quando fazia tranças [quando eu tinha cabelo suficiente pra fazer tranças] e quem raios era a Vandinha.

    Foi quando eu percebi que eu me lembrava muito pouco do desenho da família Adams que passava no meu tempo. Daí me meti a catar o video no Youtube pra mostrar àquela guria um pouco de cultura.



    Deu um pouquinho de trabalho achar a musiquinha de abertura. Eu queria em português, mas fiquei com preguiça de catar. Eu aprendi a estalar os dedos por causa da Família Adams. Marcou minha vida.

    Aí, como eu me empolguei, achei outro que fazia tempo que eu não via.



    Doido, eu adoraaaava TV Cruj! Eu estudei de tarde a maior parte da minha vida, então eu chegava do colégio cansada e morta de fome, mas preferia ligar a TV a ir catar comida na cozinha. Era sagrado. E sempre dava tumulto na minha casa porque meu pai queria assistir o jornal e vinha, sem dó nem piedade, mudando de canal. Só tinha uma TV na minha casa e como eu era menor e mais irritante, ele tinha vantagem. Mas eu sempre assistia um pedaço.

    Mas eu fiquei maravilhada quando vi um dos meus desenohos preferidos:



    Eu gostava do Doug Funnie porque era super fácil de desenhar. Ainda tentei uma ou duas vezes, mas normalmente deixava o papel de lado e ia assistir o desenho que era muito mais lucro.

    Ah, e também o clássico:



    O Fantástico Mundo de Bobby. Não sei os outros mas pra mim, as viagens dele pareciam suuuper normais.

    Boa semana :D
    |


  2. sexta-feira, 27 de novembro de 2009

    Fui dormir tardão ontem, e estudando.
    Mas já melhorei, voltei ao meu estado normal e nunca mais perco mais que 10min do meu sono por causa de uma prova, sério.
    Não sei o que foi que me deu, de verdade. Hoje nem tive vontade de tomar café da manhã. Tudo nervosismo.

    Odeio quando meu organismo sacaneia comigo.
    Enfim, não me atrasei pra prova por muito pouco. Inventei de pegar o ônibus que tem ar condicionado [já viu disso? pobre quando quer ser gente, só me ferro] e fiquei espirrando a prova inteira, e depois dela. Foi engraçado ouvir toda a história de uma tia que tinha uma moto, mas esta estava quebrada e ela teve que pegar ônibus e tava de mal humor por isso. Daí liga uma criatura [provavelmente familiar, porque a gente só aguenta esse tipo de agonia quando realmente gosta da pessoa] pedindo a tal moto emprestada.
    A tia gostava de falar alto.
    Fiquei com pena dela. A coitada devia tá pensando o tempo inteiro: Putz, podia tá indo de moto... Aí vem uma criatura pedir a moto emprestada. Eu no lugar dela, teria vontade de sentar no meio fio e chorar. Mas ela se manteve forte.

    Enfim..
    Quase fui atropelada na saída da xerox por um cara de música que tinha um senso de direção horrível. Fiz a prova com dor de cabeça e vim embora. O ônibus demorou por causa de um acidente em algum ponto antes. Mas chegou...

    E agora a coisa fica tensa.

    Eu moro quase no fim do mundo, e depois de fazer minha viagem pela banda de cá da cidade, tava quase perto da parada. O ônibus diminui. Todas as pessoas que vão descer, obviamente se levantam. Eu tava com o fone de ouvido, logo fico master distraída. Mas ainda assim ouvi o pipoco.

    O som da música tava alta, mas ainda assim, o pipoco foi estrondoso! Acho que foi só sensação, ou o motorista também se assustou como eu, porque eu senti o ônibus balançar. Não ouvi, por causa do fone, mas vi a galera bem desesperada. E foi quando ficou pior:
    Um cabo dos grandes veio 'voando', sabe quando você puxa um elástico e solta? Pronto, mais ou menos assim. Voou e bateu na lateral do ônibus, na cabeça de um cara que tava na calçada e em uns dois ou três carros.
    Eu tirei o fone nessa hora.

    Por um segundo, tudo ficou num silêncio absoluto. Não sei os outros mas eu tava esperando o cara que levou a pancada na cabeça cair no chão morrendo de choques [não que eu quisesse isso, mas era o que eu esperava que acontecesse]. Mas o cara continuou em pé, meio zonzo, porém inteiro, provavelmente pensando: Más que merda foi essa?

    Aí começou aquele escândalo habitual que se inicia só depois que todo mundo entende que tudo tá bem. É o tipo mais chato de escândalo. Todo mundo gritando pra todo mundo como se ainda desse pra morrer, mas todo mundo sabe que ninguém mais vai morrer! Mas insistem em gritar. E as pessoas que simplesmente querem entender o que aconteceu [como eu] ficam no vácuo. Eu não sei porque acham que ficar berrando: O que foi isso, o que foi isso? vai adiantar. Ninguém dá a mínima pra você no meio de uma calamidade, fato.

    Pescando um comentário aqui, outro ali, eu entendi:
    Tavam arrumando um poste. Logo, a energia tava desligada nas redondezas, acho. O fio tava meio baixo. Veio um caminhão e o fio prendeu. Daí já dá pra entender.

    Eu não me apavorei simplesmente porque depois do susto, minha cabeça devia tá processando o que eu tava ouvindo no fone



    com a cena de pânico e terror que se desenrolava na minha frente

    Mais ou menos assim. Não fazia muito sentido.
    Enfim, ninguém se machucou, o que foi uma sorte grande, porque a coisa poderia ter ficado feia ali.

    E eu estou viva, Hahaha.
    |


  3. quinta-feira, 26 de novembro de 2009



    Mathews me mostrou.
    Eu já tinha visto em algum blog por aí, mas ele me lembrou.
    Provavelmente muita gente já viu..
    Mas o legal foi ele dizer que lembra de mim quando vê videos tipo esse.
    Senti uma ironia?


    Liguei o computador com a desculpa de que ia só imprimir umas paradas pra estudar pra prova mas eu simplesmente não resisto. Já tem twitter, dois videos carregando, email e msn abertos. Que maravilha, não estudo nem tão cedo.
    |


  4. segunda-feira, 23 de novembro de 2009

    Mais um comentário que um post.
    Fui hoje de tarde no cinema com uns amigos, assistir 2012. Só um detalhe: o filme é muito bom. Gostei demais. Eu que sou atacada tive que me conter pra não ficar repetindo: "Anda, corre! Não vai dar tempo, animal! Ah, meu Deus, pra quê tanta conversa?! Anda, anda, vocês vão morrer, caramba!!" E passar vergonha. E matar meus amigos de vergonha. E ser retirada do cinema. Enfim.

    Apesar dos meus micos, eu tenho o mínimo de noção necessária pra me comportar como gente em locais públicos, ok? É sério.

    E quando estávamos saindo do cinema [depois de 2h e meia de filme, meus olhos tavam desfocados] o que a gente vê?


    A gurizada acampou na frente do cinema, esperando pra assistir Lua Nova!
    Cara, nada contra o filme, eu nem vi. Nada contra quem gosta. Mas sinceramente? Podia ser a última sessão, do último cinema do mundo e eu não ficaria esperando no chão do cinema pra entrar. Pra depois concorrer na tapa com outros 4 milhões e meio de pirralhos e pirralhas enlouquecidas por um lugar aceitável, onde eu pudesse ler as legendas sem desenvolver um problema na coluna/na vista.

    É muito trabalho pra pouco lucro.
    Pelo menos, eu acho.
    Inclusive, tive medo que uma criatura dessas me visse tirando a foto.
    Sei lá, o que um fã desesperado e cansado é capaz de fazer?

    Medo.



    Minha semana começa amanhã, droga.
    |


  5. domingo, 22 de novembro de 2009

    Porque as vezes a gente simplesmente precisa curtir a raiva/tristeza um pouquinho.

    Acho que depois que passa o momento-destruição da raiva propriamente dita, é até terapêutico você relaxar, e não precisar fingir que tá tudo bem. Eu odeio sair de casa quando tou de mau humor porque não gosto de descontar nos outros minhas raivas [coisa que faço o tempo inteiro] e acabo tendo que fingir que tá tudo bacana.
    E pode crer, cansa. Cansa mais do que chorar suas lágrimas com a cara no travesseiro. Cansa mais que esfaquear o travesseiro e depois ouvir bronca em casa e sair pra comprar outro. Pelo menos eu acho.

    Fingir que tá tudo bem envolve mudar/manter uma expressão facial desagradável pra você no momento [porém, agradável aos outros], organizar o tom de voz, se esforçar pra falar meigamente com todo mundo [e isso é bem difícil pra mim, porque eu não sou meiga] e mentir.
    E eu acho que sou uma péssima mentirosa. Especialmente pra coisas que estão tão assim: na cara.

    Ontem minha mãe disse que eu tinha que parar com a mania de, quando tenho uma raiva imensamente grande, largar o que tou fazendo e voltar pra casa.
    Não que eu largue tudo por quebrar uma unha [uma vez que rôo todas], mas quando acontece algo estrondosamente enlouquecedor, eu nem penso meia vez: venho pra casa. Não necessariamente pra chorar todos os meus fluidos, mas só pra ver um filme, comer um chocolate e não ter que mentir pra ninguém. O lance dos fluidos está simplesmente incluído no pacote.

    Então, meu conselho pra essa semana [ui, me senti]: Tá nervoso? Vai dormir.
    |


  6. sexta-feira, 20 de novembro de 2009

    ...quando estiver pegando carona.



    Conheço pessoas que seriam capazes de fazer algumas dessas coisas.

    Bom dia aos que ainda trabalham/estudam. Hoje pra mim é feriadooo!
    |


  7. quinta-feira, 19 de novembro de 2009

    Eu amo chocolote. E amo a Torre Eiffel.
    Junte os dois e o que temos?


    Uma réplica lindona de 3m de altura, que dá até pena de comer!

    Me senti humilhada comendo meu Sonho de Valsa enquanto lia isso :(

    Achei no Mundo Gump.



    Post rápido, que eu tenho 3 milhões e meio de provas, um trabalho de campo e um seminário pra fazer. Fora meus tumultos de vida por aqui. Enfim..

    :*
    |


  8. terça-feira, 17 de novembro de 2009


    Achei um artigo na Desciclopédia e pensei:
    Cara, porque eu não li isso antes da minha prova de Aprendizagem?

    Para se fazer uma prova, normalmente se estuda. Para se estudar, a gente compra livro, ou tira xerox [eu fico na categoria dos que fazer a segunda coisa]. Mas eu não tirei xerox de uns textos aí. Achei muito intrínseco, subjetivo e inerente à capacidade de vir-a-ser do 'seu mano'.
    As vezes, sinto que todo psicólogo fica meio louco um dia.

    Enfim, não li o texto. E na prova, aconteceu o esperado:
    A professora/louca pediu praticamente um resumo da idéia principal de cada troço daquele. O que eu fiz? Eu inventei. Li o título dos troços e viajei lindamente. Usei e abusei das palavras preferidas dela, pra ver se agradava. Muito afeto, significado e 'seu mano' [vulgo ser humano].

    Mas nada feito. Ganhei poucos décimos de cada uma, o que ainda me surpreendeu.
    Fiquei deprimida, queria ter a mesma capacidade de abstração de algumas pessoas que passaram pela mesma situação e sobreviveram.

    Nada não... Um dia eu consigo ;]
    |


  9. domingo, 15 de novembro de 2009

    Hoje eu acordei com uma sensação de: mas que merda de dia é esse?
    Mal sabia eu como eu estaria certa.
    Sabe o quê? Eu prefiro assim. É bem melhor do que quando você acorda feliz achando que nada pode estragar o seu bom humor.
    Acredite, alguma coisa sempre pode.



    Nunca o Calvin expressou tão bem meus pensamentos como hoje.




    --
    Talvez o blog fique parado por uns dias.
    Como eu acho que deu pra notar, tou sem tempo.
    |


  10. quinta-feira, 12 de novembro de 2009

    Mora em cidade grande e ficou no escuro?
    Pois eu não.
    Morram de inveja.



    Ok, admito.
    Foi só pra não deixar o blog sem nada por hoje.

    Passei a noite fazendo trabalho, com a cabeça rodando [e eu não bebo, é sério] e doendo. E vim de ônibus. Ensaiei uns dois tombos bonitos simplesmente porque o chão teimava em não estar onde eu ia botar meu pé. Que ousado!

    Enfim.
    Estou com a suspeita de que irei usar óculos. Aí sim, poderei tentar fingir que sou nerd. Tenho um blog, tenho um namorado nerd e vou usar óculos. Logo, serei uma nerd autêntica. Com notas não dignas de uma nerd, admito, porééém isso é o de menos.

    Preferia não paracer nerd e ser super esperta. Seria bem mais útil.
    Por enquanto, me contento em ser só esperta [sim, eu me acho, morram.]


    Boa noite aos que ficam, porque EU durmo.
    |


  11. terça-feira, 10 de novembro de 2009



    Acho que ele fazendo a parte do 'procurando num-sei-o-quê' ganhou o prêmio.
    Algumas pessoas simplesmente não conseguem não passar vergonha.
    Eu pensava que eu era uma delas, mas atualmente, com o Youtube, eu me sinto muito melhor.

    Vi no Gordo Nerd
    |


  12. segunda-feira, 9 de novembro de 2009

    Foi um dos melhores fins de semana do meu ano inteiro.
    Eu tava extremamente cansada. Cheguei no acampamento com vontade de voltar. Ainda bem que eu fiquei lá.
    Deus falou umas coisas pra mim de maneira tão direta que eu fiquei impressionada. Chorei tanto que nem conseguia falar depois.

    E agora tou de volta em casa.
    Descendo do monte como falaram lá na igreja, depois.
    Eu já fui prum monte de acampamento e aprendi uma coisa: Quando a gente tá lá, é muito simples. A grande maioria tá buscando a mesma coisa. Quando a gente volta pra casa, e a vida recomeça e você vê que só faz diferença o seu próprio esforço e a sua fé, é que você sente o drama.
    E eu tou de volta em casa...


    E nem se iluda.
    São redes na foto, mas eu só deitei nelas umas duas vezes, no máximo.
    Na primeira, levantei para impedir que as crianças no meu quarto se matassem.
    Na segunda, pra tirar terra de dentro do corte no pé ensanguentado de um menino, e cortar um pedaço de pele solta do corte nas costas de outro, se não me engano.

    E a enfermeira é Jéssica, eu sou uma tentativa de psicóloga. E graças a Deus ela apareceu logo, porque eu tava vendo a hora eu surtar com tanto sangue.



    ---
    Ah, o video.



    Anderson que mostrou!

    Boa semana :D
    |


  13. quinta-feira, 5 de novembro de 2009

    1. Dormir.

    2. Terminar de ler As Crônicas de Nárnia em paz. Tenho que enfatizar esse detalhe porque parece que o destino e todas as forças da natureza estão cooperando pra me impedir de ser feliz. Quando eu consigo ler, me lembro de algum trabalho, estou atrasada, ou então simplesmente o vendo fica empurrando meu cabelo [curto demais para ficar preso] no meu olho, com certeza tentando me cegar.

    3. Ir na padaria, comprar chocolate granulado e pão. Colocar o chocolate no pão, junto com Nescau e botar tudo no microondas e ver o que acontece. Uma vez eu botei Nescau no queito assado e botei no microondas. Mas o queijo começou a estourar e sujou tudo de chocolate. Tive que limpar morrendo de medo de me queimar.

    4. Dormir mais.

    5. Ir na praia. Curar minha preguiça e tomar um banho de mar, e conseguir algo melhor que a minha cor de nerd-que-fica-o-dia-inteiro-estudando, coisa que definitivamente não faço.

    6. Procurar um post de vergonha pro blog, com fotos, videos e coisas de futuro. Tou realmente sem tempo pra isso, de modo que faço uma postagem por vida.

    7. Arrumar um trabalho. Sério. A coisa mais triste da vida é não ter renda própria, nem que fosse pra bancar meus próprios Cremosinns. Davi foi quem me comprou um essa semana. Mas eu fiquei na fila pra botar passe pra ele, então acho que compensou.

    8. Com o dinheiro do meu trabalho imaginário, compraria livros. E então, faria outra lista dessa desejando ter tempo para lê-los. Hê.

    9. Iria na casa de Marina com uma lata de leite condensado e ia pedir pra ela fazer daquele brigadeiro branco bacana pra mim de novo. Que é? Sou um desastre radioativo na cozinha. Provavelmente, quando eu fosse tentar fazer o brigadeiro, sujaria o fogão de leite condensado, enfiaria margarina no olho, queimaria qualquer tecido próximo, o que causaria um incêndio na casa. Talvez eu não morresse queimada, o que daria a minha mãe o gostinho de me esganar, o que eu certamente faria se a filha fosse minha.

    10. Dormiria mais. Obrigada.


    Então, pras pessoas que sempre pulam a parte grande e cheia de letras aí em cima, que eu chamo de texto, vai um video que Davi mostrou pra gente ontem.
    Hilário!



    Bom resto de semana aos que têm tempo.
    |