Rss Feed
  1. TPM

    quinta-feira, 29 de outubro de 2009

    Hoje eu poderia matar uma pessoa com uma mão só e um pé amarrado nas costas.
    Meu namorado, coitado, já sofreu um bocado. Fui grossa com uma amiga. Sinceramente, eu merecia uns tapas. Mas, se me batessem, causariam um desastre de proporções cósmicas.

    Um amigo meu uma vez veio me perguntar:
    - Minha namorada tá de TPM, já tentei agradar, conversar, fazer brincadeiras e nada adianta. O que é que eu faço pra melhorar o humor dela?

    Naquele dia, felizmente, eu não estava de TPM. Se eu estivesse, dava o dedo pra ele.
    Mas, lancei uma luz sobre o dilema do pobre coitado e hoje achei por bem dividir com o mundo.
    Se não concordarem, danem-se. Estou de TPM e preciso escrever.

    Regras básicas:
    1. Não tente agradar.
    Raramente vai funcionar. Ela vai permanecer de cara feia, odiando o mundo e pronta pra te dar um fora independente do que você diga.
    Se você for gentil e tentar elogiar, vai ser mais ou menos assim:
    - Você está tão linda hoje!
    - LINDA? PelamordeDeus, meu cabelo tá um bagaço, tou cheia de espinhas e acordei mais gorda que o normal e você tem a audácia de me chamar de LINDA.
    - Mas amor, eu te acho linda de qualquer jeito...
    - AH, VÁ &*¨!@*&!, você é um falso, tá querendo me agradar por quê? Fala logo, aprontou, não foi? VOCÊ NÃO ME ENTENDE! [gritos e choro]

    2. Não se iluda com uma conversa racional.
    Qualquer coisa que você disse, qualquer mínimo deslize, vai ser motivo para ela iniciar uma discussão que vai terminar em gritos e choro, de novo. Você provavelmente nem tinha intenção nenhuma de provocar a ira dela, mas ela vai entender que você é ignorante, grosso, machista e sem coração, e que está sempre querendo ser o certo e que nunca a entende.
    E vocês sabem que é assim mesmo.
    Eu faço isso.

    3. Brincadeiras serão a sua morte.
    É o primeiro reflexo da maioria. E é meio lógico.
    "Ela não tá legal, vou tentar animar." pensa o inocente.
    Raramente dá certo.
    Provavelmente ela não vai rir da sua piada, ou vai rir forçado. Ou vai rir, conversar sobre a piada e vai cair no mesmo problema do segundo ponto.
    Ou ela simplesmente não vai gostar da piada, acusá-lo de estar dando alguma indireta para ela, como insinuar que ela é burra como o português ou a loira, gorda como o elefante, ou fala como o papagaio.
    Em qualquer dos casos, vai dar em merda.



    4. Não tente ignorar.
    Se você pensar: "Ah, então o melhor que eu faço é deixar a coitada quieta, e não puxar conversa até a TPM passar, certo?"
    Errado, animal.
    É a pior atitude, acredite.
    Com certeza, ela vai te perguntar por que você não tá falando com ela. Vai perguntar o que aconteceu e qual é o seu problema. Quando você disser que não é nada, ela vai acusá-lo de não contar nada a ela, de nunca dividir seus sentimentos e de que o relacionamento de vocês não tem diálogo e cumplicidade e amizade e coisa e tal. E vai gritar e chorar e dizer que você não entende.
    A essa altura, é fácil de entender que vocês não entendem mesmo.

    Quer a solução?
    Aguente o tranco.
    Discuta se tiver vontade, seja legal se quiser, ignore se quiser.
    De um jeito ou de outro, a menos que ela seja uma santa, altamente consciente da própria chatice e extremamente contralada, vocês vão brigar.

    Eu REALMENTE não sou assim.
    Sou consciente, mas na maior parte do tempo não dou a mínima e aproveito o álibi dos meus hormônios e tudo mais pra ser idiota.
    E admito isso.


    Objetivo real do post:
    Ei bob, desculpa minha chatice?
    Eu te amo.

    Feliz um ano adiantado :*
    |


  2. terça-feira, 27 de outubro de 2009


    Cuidado.
    Sempre tem alguém te olhando.


    Especialmente se você, como eu, entrou na contra-mão, na maior ousadia.
    Mesmo só tendo um mês de carteira de motorista.


    É.
    Acontece.


    Minha irmã riu.
    O guardador de carros gritou.
    O porteiro do prediozinho riu.
    E eu tive que subir numa calçada pra os carros que estavam no lugar certo da rua poderem passar.

    E depois, o guardador de carros ficou me olhando como se eu fosse louca.

    Mas acontece.

    O tenso é que quando eu entrei na rua, achei até deserta.
    Depois foi que eu notei a quantidade de pessoas olhando minha vergonha master-descomunal.

    Nunca tinha notado como ali tem loja.
    Fiteiro.
    Estacionamento.
    Pessoas.

    ê vergonha bonita.


    Mas acontece com todo mundo.
    Boa terça-feira #tensa pra vocês.


    :(
    |


  3. segunda-feira, 26 de outubro de 2009

    Vi o video hoje de manhã.
    Esta criatura quer ser artista. Ele canta e eu não entendo muito do que ele diz. Sou meio surda, isso complica, enfim.
    Saído de Guarabira, PB, aqui bem pertinho, achou por bem que deveria dividir seu talento com o mundo. Queria saber quem deu a ideia a ele. Tadinho.



    E lá vai Ednaldo, mostrando pra galera o que sabe fazer.
    Incrível como é simples fazer fama com a internet.
    Faça um video bizarro, com letras esdrúxulas e joga no Youtube. Aliás, atualmente você vira celebridade sem querer. Como diz o forró que eu ouvi na praia no 7 de setembro, entre as farofas: Tudo cai no Youtube.



    O abismante é que o rapaz foi parar no Jô.
    Doido?
    Eu me comporto, sou bacana e simpática com as pessoas, falo uma ou outra besteira de vez em quando e ninguém me convidou nem pra ir no Gugu, avalie no Jô.

    Bom, apreciem o talento do sujeito.
    E bom fim de segunda feira pra todo mundo.
    |


  4. domingo, 25 de outubro de 2009




    Dayse Anne achou o trailler legendado!
    Brigada :*
    |


  5. Eu só queria dizer que eu fiquei LOUCA quando vi!
    Bob que mostrou.

    Deixa eu explicar:
    Eu adoro desenho animado, adoro filme de animação e todas essas coisas. Adoro a Pixar e a Dreamworks, em especial. Amo Sherk, A Era do Gelo, Procurando Nemo, Carros, Monstros SA, Vida de Inseto, Madagascar, e logicamente, Toy Story!

    Isso me lembra quando eu era ainda menor, assistia o filme e depois ficava na porta do meu quarto tentando ver a hora que os meus brinquedos se levantassem e começassem a fazer zorra. Até tentei usar isso como desculpa uma vez, quando minha mãe pegou meu quarto super bagunçado e eu ousei dizer: Não fui eu, foram eles.
    Não colou.




    Então, aí tá o Trailler do Toy Story 3.
    Só queria dizer que eu quase chorei no começo *---*
    Não tá legendado, mas... AH, se contentem com o que têm.


    :*
    Bom Domingão do Faustão
    |


  6. quinta-feira, 22 de outubro de 2009

    Acho que eu devia mudar o nome do blog de #SemGraça pra #HistóriasdeÔnibus porque é só o que eu escrevo aqui ultimamente.

    Essa eu ouvi hoje.
    Nada contra a história de vida do rapaz, só achei interessante a naturalidade com que ele falou isso e o tom de voz que usava. Era alto. Meio ônibus ouviu. Eu, que sou meio surda, ouvi. Então...

    O cara tinha um sotaque de fora [de novo] e tava contando a uma amiga uma história mais ou menos assim:
    "- Tipo, com a primeira mulher meu pai teve 8 filhos, e mais 8 com a segunda¹. Daí casou com a minha mãe biológica e teve 3 com ela e mais eu. Mas aí eu fui criado pela minha mãe adotiva que já tinha mais 2 filhos. Mas eu visito sempre minha mãe biológica e me dou muito bem com ela..."


    E continuou desfiando sua história de vida, os lugares onde esteve e as mulheres que amou [brincadeira].
    O negócio é que eu fiquei imaginando a cena. Essa galera reunida num feriado, tipo Natal ou aniversário do pai [que pelo que eu entendi, era o único parentesco que o sujeito tinha com o resto da galera].

    Vamos raciocinar que cada mulher/ex-mulher traga todos os filhos pra comemorar o aniversário do paizão [também tou sugerindo, porque pelo que ele falou a coisa é tipo Toma Lá, Dá Cá, todo mundo feliz e amigo], e cada filho(a) traga a(o) namorada(o). E cada filho dos mais velhos traga um filho. Minha nossa.
    Nem me atrevo a fazer essa conta. Desisti de fazer contas no dia que afirmei convictamente que 3x7 era 14. Foi também quando eu desisti de fazer arquitetura e me resolvi por psicologia. Hê.

    Voltando:
    Imagina a cena. Pirralho pra todo lado. Bebês chorando, menino gritando, pirralho batendo em pirralho, o sangue descendo e ninguém sabe quem é o filho de quem. E vai que um menino desse se confinde na multidão e se perde? Pior que tumulto em show de forró [não que eu já tenha estado em algum, me respeite].


    E imagina se por acaso ocorre algum desentendimento?
    As proporções do desastre seriam monstruosas. Uma guerra com direito a gritos do tipo: "Isso é coisa do seu lado da família!" E o pior é que não daria pra saber quem deveria se ofender com isso ou não.
    Tenso.

    Minha família é bem pequena e já tem tumulto o suficiente.
    Mal dou conta dos meus 3 filhos e marido...
    Brincadeira, ok?

    É por essas e outras que as pessoas fazem uma coisa chamada 'planejamento familiar'. Tradução: Não tenha mais filhos do que você é capaz de suportar.



    Esperam que tenham tido um bom dia, porque o meu só não foi pior porque eu comi suspiro.
    |


  7. terça-feira, 20 de outubro de 2009

    Acho que a maior experiência social desse mundo é andar de ônibus. Sério.
    Eu comecei a pensar nisso quando estava conversando com o povo na parada de ônibus, hoje.
    Uma coisa muito interessante comentada na nossa conversa meio apressada, estilo twitter, foi como é legal ouvir conversa dos outros. Acho que isso é meio politicamente incorreto, ou no mínimo, mal educado, mas é muiiiito divertido.

    E parece que foi só comentarem.
    Depois de passar a tarde rodando no shopping, procurando coisas que coubessem no meu orçamento pro presente do namorado [que me dá um trabalho infeliz, só pra comentar], eu fui esperar o ônibus de volta pra casa.
    Tinham duas tias.
    Tias mesmo.
    Uma tinha um sotaque meio chiado, provavelmente sudeste. A outra parecia ser daqui mesmo.

    Bom, eu prestei uma atenção relativa nelas. Tava fazendo conta. Não consigo fazer conta e pensar. É demais pra mim.
    Mas eu deixei a conta pra lá quando ouvi um certo pedaço da conversa:
    Velha Turista: - Daí quando o Fulano vai lá, ele nem pra aparecer na minha casa, acredita, Fulana?
    Velha Fulana: - Issé um véi cara de pau, mulher. [tá vendo? ela é daqui]
    Velha Turista: - É, menina. O Freud quem me conta que ele apareceu...

    É.
    Eu fiquei chocada.
    A Velha Turista conhece alguém chamado FREUD???
    FREUD? Fróide?
    Doiiiidoooooooooooooo.
    Nunca pensei que fosse ouvir uma dessas.
    Não foi viagem. Ela ainda repetiu o nome do elemento umas duas ou três vezes. E eu vidrada lá pra ver se captava mais informações.
    Qualquer dia quando eu tiver com tempo, jogo no orkut pra ver se acho a criatura.



    Então, vou deixando aí pra vcs se deliciarem, o sucesso do momento na minha cidade [coisa que me faz morrer de vergonha de assumir]:



    Tenho duas perguntas:
    1. Por que eu não consigo ver sentido no que as criaturas cantam?
    2. Por que a "batida delirante" dessa banda é EXATAMENTE A MESMA em todas as músicas?
    3. Eu pensava que se escrevia Deja Vu. Ou eu que sou analfabeta?


    ê cultura.
    |


  8. domingo, 18 de outubro de 2009

    Mano, eu preciso dar um jeito de dividir meu tempo.
    Lembrei que tinha um blog hoje de manhã, e que não seria muito legal deixá-lo largado às traças.
    Minha coluna está doendo e eu estou acelerada, porque meu pai me fez treinar intensamente a direção. Provavelmente para deixar de ser meu motorista em breve. Foi bacana, mas foi tensão demais em muito pouco tempo. [É, tirem as velhinhas das ruas e escondam os postes, eu tenho carteira de motorista]
    Mas não tenho carro. Ou seja, é ônibus na veia, mano.

    Fora o fato de que a internet me deixou com a maravilhosa mania de querer fazer 10 milhões e meio de coisas ao mesmo tempo. Resultado: não faço nada direito.

    Enfim.
    Tou deixando aqui um video pra vocês que não me lembro onde vi.
    Provavelmente foi no twitter de algum dos blogueiros que eu me meti a seguir.
    Como vivemos numa democracia, estou exercendo meu direito de dizer que eu acho o clipe bizarro, o rapaz desafinado e sem ritmo, e a música no mínimo ambígua.



    Teeeeeeeeeeeeeeeeenso.





    Ah, lembrei.
    Vi o video no twitter do Não Salvo.

    :*
    |


  9. quarta-feira, 14 de outubro de 2009

    Ah, as histórias da minha vida...

    A gente vê coisas realmente esquisitas no ônibus.
    Esqueci que dia foi isso. Deve ter sido na sexta passada.
    Tava saindo da universidade, indo pro ensaio. Estava cansada, porém feliz, afinal, Bob tinha me ligado dizendo que tava pegando a estrada pra vir me ver. Isso realmente me deixa feliz.

    Depois de esperar minutos que mais me pareceram ERAS pelo ônibus, eu peguei um que não costumo pegar, pois faz mais voltas. Mas eu já tinha esperado tanto que pensei: "Home, vai esse mesmo." E fui.

    Sabe os primeiros bancos do ônibus, os mais altos? Que são os da preferência, pra gestante, idosos e pessoas com bebês ou com deficiência. Pronto, eu não estava nesses. Tava num dos bancos normais, para pessoas sem nada de especial digno de ganhar um banco, como eu. E o ônibus tava relativamente vazio. Tanto que eu peguei um canto na janela, no ventinho e tudo mais. Bacana. Tudo estava indo bem.
    Até sentar uma senhora do meu lado.
    Os bancos altos estavam ocupados mas tinha trocentos outros lugares vazios. Ela era meio gorda. Não muito. Mas sentou do meu lado e fez questão de me espremer no canto. Eu, calada estava, calada permaneci. Não ia implicar com a senhora idosa por isso, né?
    Mas, como se não bastasse, ela ficou me olhando torto e fixamente. Me lembrou muito o bêbado psicótico no ônibus quando eu voltava de Patos, mas isso é outra história, outro dia eu conto.
    Enfim, a senhora idosa me olhava feio, como se eu não tivesse dado o lugar a ela. Mas poxa, ela não tava sentada? E tinham lugares vagos, porque eu me levantaria. E ela tava sentada num lugar bom, onde poderia sair com facilidade. Me avisem se eu tiver burlado alguma regra de etiqueta de Busão, porque eu não sei. Simplesmente ignorei o ódio que emanava daquela mulher pra mim. Mais ou menos assim:

    Sei que em uma certa altura do campeonato, surgiu um lugar no banco alto na frente do que eu estava, e a senhora idosa parou de me fuzilar e foi para lá. Maravilha.
    Só que o ônibus começou a encher, e entrou um casal de velhinhos muito fofinhos. A senhora sentou do meu lado, onde antes esteve O Poço de Ódio. Quando eu vi que tava cheio, me levantei pra dar lugar ao velhinho, que inclusive, segurou meus cadernos. Tão feliz.

    Quando o ônibus já ia saindo dessa parada, uma mulher estendeu o braço. Ela tava arrastando um mulequinho de seus 5 anos e uma menina pouco maior que ele. O babado aqui na minha cidade é que só entra pela frente [logicamente, sem pagar] criança com menos de 6 anos. Ou seja, só o pirralho entrava pela frente. Daí a tia sacudiu o menino no ônibus e correu pra porta de trás, pra passar na roleta e pagar as passagens.
    O menininho ficou ali, com os olhos arregalados sem saber o que fazia. O ônibus saiu andando e ele ficou olhando pra rua abismado, certo de que a mãe tinha ficado e ele tinha ido. Ele mal se segurava. Foi quando O Poço de Ódio deixou de ser considerado uma senhora idosa para ser chamado de Velha do Mal.

    Ela olhou para o mulequinho fofinho e em pânico e disse:
    - Hê hê hê, tua mãe ficou na rua e foi embora, hê hê.

    Doido.
    DOIDO!
    Os olhos da criança ficaram do tamalho de bolas de tênis e ele só conseguiu emitir um: - ANH?
    DOIDO.

    Minha vontade foi segurar os ombros daquela mulher e dizer: MAS QUAL É O SEU PROBLEMA, sua louca? Infelizmente não pude fazer isso, porque seria agredida por todas as pessoas no ônibus que não tinham visto aquele ser cruel me torturar psicológicamente e atacar uma criança.

    Acontece também que se eu perdesse tempo pensando em como eu poderia apagar a velhinha [ha ha ha] sem chamar atenção, o mulequinho ia cair no choro, e aí ninguém mais conseguiria trazer a criança de volta ao estado normal dela.
    O menininho tava chacoalhando no meio do ônibus, sem se segurar direito, chega dava dó. Peguei ele pelo braço e disse:
    - Nãããão, foi não! Olha tua mãe ali. - apontando pra o vácuo e pensando "Onde raios a mãe desse menino se enfiou?" Eu nem lembrava da cara dela.
    Logicamente, o menino lembrava. E viu logo.
    Saiu tropeçando no meio da galera e se agarrou na mãe.

    Olhei para a Velha do Mal com uma cara de vitoriosa, tipo: "Há, atrapalhei seus planos para perturbar psicológicamente aquela criança para sempre."
    Espero que ela tenha entendido o recado.



    Me senti uma heroína.
    |


  10. terça-feira, 13 de outubro de 2009

    Sabe, eu sou uma pessoa muito legal. De verdade, legal mesmo.
    Então, se alguém estiver querendo me agradar e tiver com dinheiro sobrando, e não souber que presente me dar, eu ajudo:

    Quer me deixar feliz? É muito fácil.
    O sonho da minha vida é esse Box, com todos os DVDs de todas as 10 temporadas de Friends.
    E custa apenas 350r$ no Mercado Livre? Não é simples!?
    Ah, vai, gente, tá baratinho!

    Meu aniversário é só em janeiro, mas isso é detalhe.
    Todo dia é dia de me presentear, correto?
    :D



    Boa semana :*
    |


  11. segunda-feira, 12 de outubro de 2009

    Meu feriado bombou e terminou cagado.
    É a prova de que o mundo é totalmente injusto.

    Mas, como o show tem que continuar, aqui estou eu.
    Quando eu tou deprimida, pensando em enfiar a cabeça no forno, eu procuro qualquer coisa pra me distrair.
    Ou isso, ou me tranco no quarto com a luz apagada e escuto música até o fone fazer meus ouvidos doerem.
    Por enquanto, estou na primeira opção. Mas daqui a pouco vou pra a segunda que ninguém é de ferro, e eu não tenho saco para tanto.



    Lembrei desse video ontem no meio de alguma conversa.
    Você percebe que tá virando nerd quando acontece isso: Conversando com alguém, surge algo engraçado e a primeira coisa que você pensa é "Eu tenho que botar isso no blog!". É tenso.

    Ah, mas o video é hilário.
    Boa semana, aproveitem o fim do feriado que amanhã o tumulto começa de novo.
    ê vida bandida.
    |


  12. quinta-feira, 8 de outubro de 2009

    Arrancaria as vísceras de alguém, se me dessem a oportunidade.
    Não queria levantar cedo, tava com preguiça de trocar de roupa, e tenho quase certeza de que estou de TPM.

    Fiz esse belo desenho em meu caderno hoje pela manhã, enquanto ouvia meu professor falar coisas confusas sobre um assunto chato.

    E ainda cometi a indecência de tomar suco de maracujá no café da manhã.
    Acho que foi a maior idiotice da minha semana.
    Mas eu não resisti, eu adoro suco de maracujá, e tinha um pouquinho na jarra, deixaram carinhosamente pra mim...

    Enfim.

    Ontem assisti um filme de quase 3h de duração, pra fazer um trabalho para o dia seguinte.
    Comecei a fazer o trabalho quando cheguei em casa, quase 22h. Terminei relativamente tarde.
    Estava com sono. MUITO.
    E acordei, me olhei no espelho e pensei: Mas o que será que o meu cabelo viu dessa vez?

    Não foi uma manhã muito bonita, daquelas com passarinhos cantando ao som de Bob Marley, como eu tenho as vezes. Parecia mais com uma caminhada sob o sol do meio dia para pegar ônibus lotado ao som de "Chora, me liga, implora, meu beijo de novo..."

    Mas sabe o quê?
    Achei um video na internet que me fez pensar: "É, poderia ser pior. Eu poderia ser esse muleque."



    Incrível.
    Uma música faz sucesso e todo mundo acha por bem que pode pegar carona.

    Só eu achei isso, ou os bracinhos dessa criatura parecem ter vida própria?
    Bizarro.


    Video encontrado no twitter do fake da Stefhany.
    :*
    |


  13. terça-feira, 6 de outubro de 2009

    Título simples e objetivo.
    Só presta assim.

    Bom, como vimos na música de forró, no carrinho de DVDs piratas na praia, naquele feriado: Tudo cai no Youtube.
    Ou seja, cuidado. Não seja bizarro em público. Nos dias de hoje, ser bizarro em público significa humilhação a nível mundial. Porque alguem pode estar te filmando.
    Paranóia mode ON.

    Então, isso aqui não é beeem um Top Five.
    São só os últimos que eu vi, normalmente com indicação, ou achei em outros blogs. Mas todos com o selo EU de qualidade.
    Ha.
    Vou botando a 'fonte', ou quem me indicou, embaixo.
    Se eu lembrar, fato.

    1. A garota da laje:



    Esse eu sei. Foi Astrid quem falou.
    Fico 'eliminada' toda vez que vejo esse vídeo.

    2. Keyboard Cat



    Astrid, a menina dos videos, again.
    Na verdade, tem um monte desses videos de situações tensas mundo afora.
    Outro bem interessante é o da Marília Gabriela entrevistando a Madonna e levando tocos. Mas esse do pastor analfabeto é beeeem mais #tenso.

    3. Animação Complexa e Impressionante



    Coisas bizarras e punks assim, normalmente vêm do Mundo Gump.
    É impressionante. Demorei quase metade do vídeo pra entender como raios esse cara fez isso.
    Pelo que eu entendi, ele sai pintando por cima. Cara, isso deve ter dado um trabalho infeliz.
    Mas bombou muito!

    4. As travestis que gostam de roubar



    É isso mesmo. Juro.
    Eu queria saber como Astrid acha essas coisas, sério.
    "A-a, vcs vão ter que me aturar
    E-e, eu sou quase uma mulher
    I-i, vcs vão ter que me engolir
    O-o, sou a Vitória, a melhor [mãozinha no queixo]
    U-u, eu gosto da cor azul"
    aauhsauhsuahsuahsuh
    Crises de riso com essa!

    5. Apresentador rindo do entrevistado



    Talih mandou agora de tarde.
    Doido, esse video me deu um misto de pena, com vergonha alheia, com uma vontade incontrolável de rir também.
    Concordo com o tio, acho que foi conspiração pra tirarem ele do programa.
    Tadinho :x






    Boa tarde, vagabundos :D
    :*
    |


  14. segunda-feira, 5 de outubro de 2009

    Começarei comentando que hoje eu passei a tarde com uma dor de cabeça descomunal que me fez esquecer tudo que eu tinha estudado pra a prova de fisiologia. Quando eu entrei na internet, passou.
    O nome disso é vício.

    Enfim.
    Olhem como meu blog tá lindo *---* Juro que quase morro pra conseguir mudar as coisas mas ficava dando um raio de um erro de html, que só mesmo o meu santo namorado pra resolver!
    Eu pipoquei de raiva, porque passei horas procurando um template que me agradasse. Quando eu achei, não me deixam baixar.
    Tenso.

    Bom, mas vamos às coisas bizarras.
    O post de hoje é com esse intuito. Eu vi muito troço estranho de sexta pra cá, e gostaria de dividir com os vagabundos entediados desta internet.

    Ontem foi um dia super divertido. Meus pais me levaram pra a granja de uns amigos nossos e bombamos por lá. Numa certa altura do campeonato, dizem: Vamos para o rio!
    Foi uma bela duma movimentação porque o nosso querido guia não tava a fim de esperar ninguém. Catei minha havaiana velha e segui uma meia dúzia de 20 pessoas [tio valval me ensina cada coisa] entre crianças e adultos. Admito logo que eu faço parte da contagem das crianças.

    Só sei que lá fomos nós, sob o sol de 1h da tarde. Eu percebi que a coisa seria #tensa pra mim quando eu dei a primeira carreira pra alcançar a galera e fiquei ofegando por uns 5 minutos inteiros. Foi quando eu me liguei que meu corpinho #tudoisso já não é mais o mesmo. Estou idosa e não tô mais pra carreiras. O bom é que nossa delicada caminhada pro rio começou com uma ladeira. Simpática, inicialmente. Mas ainda assim, uma ladeira. Logo depois, o caminho era todo de descidas e eu me senti melhor. Doce ilusão.

    Eu já tinha ido nesse rio antes, há muito tempo atrás, quando eu media menos que 1,50m. Ok, não fazia tanto tempo assim. Mas eu tinha ido de carro. Mais especificamente na carroceria de uma caminhonete, com mais uma meia dúzia de 25 pessoas me fazendo companhia. Uma senhora farofa. Mais ou menos assim:
    Enfim, era super divertido.
    Quando chegamos na parte do caminho que eu tinha uma leve lembrança, um guri esquálido que havia assumido o comando [só queria saber com a permissão de quem ¬¬] mandou a gente ir pela direita.
    Bacana.
    Senti o cheiro de "ferrou" no ar, mas ignorei os meus instintos.

    NOTA: Nunca mais me deixem ignorar os meus instintos. NUNCA MAIS.

    Andamos mais um bom pedaço pela areia com o sol derretendo nossos neurônios, quando nos deparamos com um portão. E o muleque enlouquecido abriu e entrou. Nós, o bando de animaizinhos irracionais, fomos atrás. Eu ainda repeti umas 3 vezes: Gente, isso é propriedade privada. Gente, vai aparacer um cara com uma arma. Gente, PELAMORDEDEUS, não é aqui.

    E, pra variar, todo mundo me ignorou.
    E sabe o quê?
    EU ACHÉPOKO.

    Adentramos pela propriedade desconhecida. Meu alarme do "Deu Merda" começou a apitar estridente quando eu comecei a ouvir um reggae ao longe. Era mais aquela música do Johnny Be Good. Como eu sabia que não adiantava mais protestar, segui a galera. Dito e feito:
    A gente deu de cara com uma meia dúzia de 15 homens dentro do rio, numa proporção de 3 garrafas de uma cana vagabunda pra cada homem, o reggae rolando solto, e o mais chocante: Um Macaco Na Coleira.

    Sério. O macaco foi pra tirar onda.
    Os bêbados nos olhando com cara de: "Qué qui cês tãum fazenu aquê, manu?" [ê dialeto...], eu posso aguentar. O cheiro estranho poluindo tudo no lugar, ainda é aceitável. Mas um macaco? Não, aí já é demais. Ninguém aguenta um macaco. Já é tirar onda!
    O macaco era assim:

    A diferença é que tava na coleira.
    Como se não bastasse, tinha um coleira. Eu mereço.

    Fui desfiando minha revolta por causa do macaco o caminho inteiro. Eu realmente pensei que depois de invadirmos uma granja, interrompermos o momento de confraternização regado a álcool e baseado 'primeira de luxo' dos manos, a gente ia voltar pro nosso canto, e nos recorlhermos a nossa insignificância.
    Haha. Not.

    Eis que, ao menos, o verdadeiro guia da expedição nos resgatou. Essa foi a parte boa. A parte ruim foi que ele foi repetindo: Como é que vocês CONSEGUIRAM fazer isso? o caminho inteiro.

    Eu pensei exatamente a mesma coisa quando vi o macaco:
    - Onde vim amarrar meu jegue?

    Bom, depois disso tudo foi mais tranquilo. Encontramos o pedaço do rio adequado para pessoas não inclinadas ao baseado e aos macacos e fomos felizes.
    Depois voltamos.
    E o caminho que foi bacana, cheio de descidas, se revelou uma Pegadinha do Malandro.


    Sofremos feito cachorras parindo pra subir as ladeiras que antes me pareciam tão simpáticas em conjunto com a lei da gravidade, me levando caminho abaixo. Cada passo me fazia pensar que eu ia cair, ser deixada para trás, desitradar e morrer. E, talvez, ser encontrada eras depois. Por arqueólogos. E ser batizada com algum nome estranho em latim.
    Enfim...

    O lado positivo da volta foi que achei um pé de acerola no meio de vários outros que ainda não havia sido saqueado.
    'Ainda' não, uma vez que eu realmente fiquei meio para trás, devido ao meu sedentarismo.
    Praticamente desfolhei o pé de acerola. Tava morrendo de sede.
    Descobri, naquele momento, que acerola quente não mata sede. Deixa o lábio ardido. Especialmente depois que você come umas 30.
    É.

    Mas eu cheguei viva.
    E a frase que ouvi do guia oficial da nossa expedição foi:
    - Nunca mais eu invento uma dessas.

    E eu voto a favor.
    |


  15. sexta-feira, 2 de outubro de 2009

    A melhor coisa desse mundo é não ter aula, sério.
    Infelizmente, eu deveria estar estudando um raio de fisiologia [nunca me importei de saber como as células se comunicam], mas estou aqui na internet, pra variar.

    Então..
    Me falaram de um vídeo quarta-feira, quando eu tava na UFPB, depois de passar uma manhã de cão na reitoria. Por manhã de cão, entenda-se: chegar de 8h, entrar numa fila e ser atendida de meio-dia. E ainda ter que voltar lá de tarde pra levar uma documentação que faltou. Inclusive, quando fui lá de tarde, tinha gente que passou a manhã dividindo ódio comigo, e ainda tava lá, acampando. Triste. Enfim...
    Eu tou puxando pela minha memória quem me falou do video. Mas eu não consigo lembrar. Já esqueci a minha idade, já esqueci de colocar calcinhas na mala uma vez [#tenso, mas comprei outras, rá], imagina se eu lembro que me disse... Lembro não, infelizmente.

    Mas o video tá aí.



    Não sei vcs, mas eu só entendo se ler as legendinhas, porque esse sotaque de português de Portugal é confuso demais pra minha cabeça.

    "- Então isso é mais de quatro e meio?
    - Não.
    - Então?..."

    aushaushuashaus, doidooo!


    Ah, e como eu prometi:
    Beijo pro meu nerd preferido, Rodrigo (L)

    :**
    |