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  1. segunda-feira, 8 de junho de 2009

    E eis que de repente eu, não tendo nada melhor pra fazer [de pior, eu tinha um resumo de sociologia] comecei a pensar. E cheguei a brilhante conclusão de que as relações humanas, tanto familiares, de amizade, e até mesmo entre simples colegas/conhecidos são incrivelmente complicadas.
    Alguns santinhos irão pensar: - Más que merrrrda.
    É verdade.
    Eu até me sinto meio anta dizendo um troço tão óbvio. Mas eu nem ligo, o blog é meu. Enfim, voltando:

    O motivo do post não é a conclusão imbecil e óbvia, e sim a maneira divertida [pra mim, claro] como eu cheguei a ela. E foi observando.
    Acredite em mim, olhar as pessoas quando elas acham que não estão sendo olhadas é a coisa mais engraçada da face da terra.
    Eu venho prestando atenção. Em gente que eu conheço e convivo, e em pessoas desconhecidas também. As pessoas parecem ter uma necessidade extrema de se irritarem. Eu nem condeno, sou assim às vezes. Eu sou uma estressada assumida. E das chatas. Mas eu, por incrível que pareça, aprendi a ignorar tanta coisa que acabo me sentindo besta.
    Só que eu descobri que é bem melhor.

    Eu vi pessoas que pensam que o mundo deve girar ao redor delas e que todas as outras devem,
    como diz minha mãe, pisar em ovos pra falar com elas. Eu acho isso bem ridículo. Claro que ninguém tem obrigação de ficar aguentando desaforo. Mas isso não quer dizer que se alguém fala com você alguns decibéis acima do que seus delicados tímpanos consideram confortável você se sinta compelido a armar um Barraco e ainda sair se achando bonito.

    Aliás, que maniazinha velha sem graça que as pessoas têm de se acharem melhores que as outras. O que eu não consigo entender é gente que PRECISA dizer o quanto é inteligente, bonito, atlético, esperto, mala e pegador, pra sentir que é alguma coisa. O mundo tá cheio de gente ridícula com cara de bunda.

    Eu vejo isso em quem anda atropelando os outros no meio da universidade, em gente que não dá lugar as velhinhas no ônibus lotado, em gente que fura fila, que sai no pelo acostamento no engarrafamento da BR de 7 e meia da manhã [quando você está tão atrasada pra a sua aula quanto ele] quase atropelando quem tá de bicicleta por ali. E ainda se acha O Mala.

    Existe um nomezinho pra pessoas desse tipo mas sou educada demais pra escrevê-lo aqui :D





    Quem quer jogar máfia comigo?
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