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  1. domingo, 14 de junho de 2009

    Eu digitei uma leseira aqui, todinha. Mas alguma coisa morgou em mim. Então eu tou recomeçando outra leseira:

    A pergunta do dia é: Por que o meu humor muda loucamente, mesmo que eu não esteja de tpm? Sério.
    Há 5 minutos eu tava tão bem quanto era possível pra mim estar. E de repente me bateu uma morgação. Por causa de um mísero comentário. Um toque em um assunto que nunca foi desagradável, mas de repente, me deu agonia falar nele. Por uma besteira?

    Acho que eu me afeto demais por coisas muito bestas.
    Acho que eu sou a melhor definição de uma pessoa besta/complicada.
    E nesse momento, eu tou de mau humor. Antes eu não tava. Tava até simpática. Assisti o vídeo do nerd, que passou no Faustão [não que eu assista o Faustão, não tou entendiada o suficiente pra isso. Mas minha irmã tava assistindo e veio correndo me mandar procurar pra botar no Youtube], ri um bocado, conversei com as pessoas no Msn, e tava tudo muito mágico. Do nada, baixa em mim uma morgação digna de segunda-feira, uma vontade de ouvir músicas depressivas/mandar todo mundo lavar roupa.

    Os meus domingos nunca são um poço de diversão e adrenalina, admito. Ainda mais ultimamente, sem nem ter Marina pra conversar, aí é que a coisa fica feia. Mas esse fim de semana foi diferente. Foi perfeito em muitos momentos. E as vezes eu me arrisco a pensar que quando acontece algo de muito bom pra você, você precisa pagar um preço por isso. Nem sei se faz sentido, mas é o que parece. Não deveria ser assim. Mas não fui eu quem criei as regras, certo? Elas já estavam aí antes de eu chegar. Me disseram que eu tinha que segui-las, mas ultimamente não tou com muito saco pra isso.

    Nem pra fazer trabalho de Teoria do Conhecimento. Por falar nisso, meu professor fuma um baseado antes de dar aula, não tem como.



    Boa segunda-feira [ha ha ha ¬¬]


    Ouvindo: Take my hear back - Jennifer Love Hewitt [daquele filme, 'Antes que termine o dia', onde o cara morre no final 'ih,contei :x']
    Tou dizendo que a coisa tá feia?
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  2. terça-feira, 9 de junho de 2009

    "Pela tinta somos condenados?


    Muitos de nós no mundo das tatuagens já tivemos o texto em Levítico 19:28 atirado em nossas caras - "Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR."


    Pesquisando Levítico 19:28, descobrimos que se referia a uma prática usada para invocar a atenção de deuses pagãos por meio da auto-mutilação como prova de sua sinceridade (Levítico 21:5, Jeremias 16:6, Deuteronômio 14:1). Uma tentativa de fazer-se merecedor para achegar-se a alguma imagem gravada em pedra de um deus por autodegradação. Deus previne Seu povo justamente para não seguir os rituais pagãos de tal falsa religião. A tatuagem de hoje em dia não é nem um pouco semelhante a estas práticas antigas, mas se você ainda insiste na aplicação literal da lei levítica, considere isso:


    Para viver pela Lei, o Antigo Pacto, o Antigo Testamento, você tem que guardá-la TOTALMENTE (Tiago 2:10). Transgredir qualquer parte da Lei nos faz culpados por transgredi-la toda. De acordo com a Lei levítica, não podemos comer porco ou coelhos (Levítico 11:6-7), nem lagostas, carangueijos, moluscos, ostras, camarões (Levítico 11:10-12). Raspar os lados da sua cabeça ou desfigurar (aparar) as estremidades da sua barba (Levítico 19:27). Então, se você alguma vez já comeu um sanduíche de presunto, jantou lagosta ou camarão, aparou sua barba - ou se tatuou - você é um CONDENADO! CONDENADO! CONDENADO!


    E quanto ao corpo ser Templo do Espírito Santo de Deus? Não é ele desonrado com tatuagens e piercings? Vamos olhar o contexto dessas passagens (I Cor. 3:16, 6:19, II Cor 6:16). Em primeiro lugar, há inveja, discussão e divisão na igreja em Corinto, quando Paulo envia esta carta ele está os advertindo para ter cuidado com o que é construído no fundamento posto por Jesus, para que não o templo seja destruído. No capítulo 6 ele diz que é a imoralidade sexual que está destruindo o templo do corpo. Em II Coríntios Paulo adverte contra destruir o templo com idolatria.


    Jesus mesmo falou em Mateus 15:11 que é o que sai da boca do homem que o torna impuro - e que a boca fala do que está cheio o coração (Mateus 12:34-35). É o amor, a pureza e a fé que estão em seu coração que deixam seu templo santo; mas é a inveja, imoralidade e descrença dentro do seu coração que o destrói. Não tatuagens ou piercings!!!"


    Texto original em inglês disponível em Christian Tattoo Association

    Deus realmente se importa com o nosso coração? Ou ele olha para o nosso corpo? Não é o que 1 Samuel 15:7 diz...: "...porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração."

    E em Apocalipse 19:16.. que o próprio Jesus vem com "marcas" no corpo? "E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores."

    E essa última parte vinda diretamente do blog do meu namorado.





    :D
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  3. segunda-feira, 8 de junho de 2009

    E eis que de repente eu, não tendo nada melhor pra fazer [de pior, eu tinha um resumo de sociologia] comecei a pensar. E cheguei a brilhante conclusão de que as relações humanas, tanto familiares, de amizade, e até mesmo entre simples colegas/conhecidos são incrivelmente complicadas.
    Alguns santinhos irão pensar: - Más que merrrrda.
    É verdade.
    Eu até me sinto meio anta dizendo um troço tão óbvio. Mas eu nem ligo, o blog é meu. Enfim, voltando:

    O motivo do post não é a conclusão imbecil e óbvia, e sim a maneira divertida [pra mim, claro] como eu cheguei a ela. E foi observando.
    Acredite em mim, olhar as pessoas quando elas acham que não estão sendo olhadas é a coisa mais engraçada da face da terra.
    Eu venho prestando atenção. Em gente que eu conheço e convivo, e em pessoas desconhecidas também. As pessoas parecem ter uma necessidade extrema de se irritarem. Eu nem condeno, sou assim às vezes. Eu sou uma estressada assumida. E das chatas. Mas eu, por incrível que pareça, aprendi a ignorar tanta coisa que acabo me sentindo besta.
    Só que eu descobri que é bem melhor.

    Eu vi pessoas que pensam que o mundo deve girar ao redor delas e que todas as outras devem,
    como diz minha mãe, pisar em ovos pra falar com elas. Eu acho isso bem ridículo. Claro que ninguém tem obrigação de ficar aguentando desaforo. Mas isso não quer dizer que se alguém fala com você alguns decibéis acima do que seus delicados tímpanos consideram confortável você se sinta compelido a armar um Barraco e ainda sair se achando bonito.

    Aliás, que maniazinha velha sem graça que as pessoas têm de se acharem melhores que as outras. O que eu não consigo entender é gente que PRECISA dizer o quanto é inteligente, bonito, atlético, esperto, mala e pegador, pra sentir que é alguma coisa. O mundo tá cheio de gente ridícula com cara de bunda.

    Eu vejo isso em quem anda atropelando os outros no meio da universidade, em gente que não dá lugar as velhinhas no ônibus lotado, em gente que fura fila, que sai no pelo acostamento no engarrafamento da BR de 7 e meia da manhã [quando você está tão atrasada pra a sua aula quanto ele] quase atropelando quem tá de bicicleta por ali. E ainda se acha O Mala.

    Existe um nomezinho pra pessoas desse tipo mas sou educada demais pra escrevê-lo aqui :D





    Quem quer jogar máfia comigo?
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  4. domingo, 7 de junho de 2009

    Vi uma coletânea de pessoas brabas esse fim de semana.
    Nem me dei ao trabalho de encarar nenhuma delas :D
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  5. segunda-feira, 1 de junho de 2009

    Eu deveria estar estudando. Eu sei, não precisa me lembrar. Eu vou estudar, ok?
    Talvez, se eu estivesse no meu quarto estudando onde é o meu lugar, eu não precisasse passar por certas coisas.
    A gente tem que aprender desde cedo que quando você está adiando estudar, sempre acontece merda. É fato, é lei de Murphy [é assim que escreve?]. Faça o teste. Vai dar em merda.

    Eu detesto ficar com raiva.
    Fico muito irônica. E nem todo mundo gosta de ironia. Isso irrita a maior parte das pessoas. E pessoas irritadas tem a tendência de irritar todo mundo ao redor delas, inclusive o infeliz que provocou a irritação. E eu só lamento.
    Porque não tem cristão, na face da Terra que consiga me fazer ficar quieta, calada, ou pelos menos, fingir que tá tudo na mais perfeita. Eu não consigo. Infelizmente, pra mim e aos pobres coitados que tem o desprazer de conviver comigo na maior parte do dia, eu nasci dotada do super poder de tirar do sério quem fica junto quando tou com raiva. Porque parece que o troço sai de mim, como aqueles raios mágicos dos personagens do Pokemon e atinge todo mundo num raio de 5m. Irradia, contamina.

    Todo mundo quando tá bem diz logo que quando tem raiva se isola pra não estressar ninguém. Eu não sei fazer isso. São raríssimas as vezes que eu consigo ignorar tudo e me aquietar. Quando eu tou com raiva, não sinto a menor vontade de pensar [no bem] nos outros.




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    Alguém já reparou como merda atrai merda? Quando tu tá dando errado pra você, e você realmente acredita que não tem como a coisa piorar, ela piora. Não é coisa de filme. Juro. Funciona. Mas não faça esse teste, você vai se arrepender.
    Aliás, tem muitas coisas que eu descobri que você não deve fazer quando tá com raiva. Lá vai a lista:

    1. PelamordeDeus, não fique no msn. Desligue essa porcaria porque ela só serve pra disseminar o ódio virtualmente, na velocidade da luz.
    2. Não ouça música sem o fone. Se o som do cachorro da vizinha provavelmente fará você quebrar o monitor, imagina a voz de alguém brigando com outra pessoa.
    3. Não quebre o monitor, também. É caro e vai render mais briga.
    4. Não invente de conversar com ninguém. A coisa se espalha feito praga e daqui a pouco você vai ter um enxame de gente enraivecida, e por sua causa.
    5. Acredite, mais merda por sua culpa é exatamente o que você não precisa.


    Irmã, eu te amo.
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